Sit please...
Hoje, dia tranqüilo. Por dormir cedo, levantei cedo. E tomei a rotina de um dia produtivo: projeto, trabalho, leitura, estudos. E ainda nem chegou as 18h. Por experiência sei que a noite será cansativa por conta de todo cansaço mental proveniente de um dia assim.
Entre os temas diários: publicidade, psicologia, administração, tecnologia e teologia. Acabo por querer desabafar palavras antes que haja uma implosão no meu pensar.
Fato 01 – O conhecimento desmerecido é o conhecimento tido previamente por um indivíduo como indiferente.
As pessoas costumam julgar previamente o que lhes será útil e o que não será. Sempre que taxam algo por inútil passam a desmerecer isto. Porém, diversas vezes somos indiferentes com muitos temas e assuntos e passamos a desmerecê-los também. Isso só pode ocasionar uma visão parcial ou incompleta e talvez um enorme arrependimento no futuro. Devemos estudar de tudo e ler tudo como se pudéssemos assimilar esse todo por completo? Ousaria tentar uma resposta a essa pergunta com: Claro que não! Porém, há uma ordem de prioridades para o conhecimento que julgamos urgente. Assim organizamos e reorganizamos essa lista conforme o decorrer da nossa vida.
Fato 02 – A religião é um auto-embaraço.
Se você discorda é provavelmente alguém que há tempos não estuda sobre, ou no mínimo se perdeu nos estudos tomando rumo sempre na mesma linha. Encontre uma teoria e encontra uma contra-teoria, uma tese e terá seu correspondente contrário. Invente algo e alguém irá lhe contrapor. Desembarace e encontrá novos novelos na linha que soltou. O conhecimento é assim. Por conta disso muitos desistem, outros se empolgam. Cada um naquilo que lhe convém.
Fato 03 – Felicidade é uma definição temporal.
Projetamos o futuro, só projetamos. Relembramos nosso passado, só relembramos. O presente se reescreve ao vivo. Afinal nosso pensamento é uma constante e não uma massa bruta. Conclusão: O ser humano se define e redefine, assim acontece ao conceito que tem sobre os conceitos da vida.
Por hoje, só.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
O Deus de Perguntas - Um olhar sobre o livro de Habacuque
Questionador! Palavrinha dita por todo e qualquer incompetente que deseja manter suas ovelhas fora do âmbito dos pensamentos. Não fazer perguntas é uma técnica de controle de massas muito antiga, todavia o mais interessante é que religiosos tomam isso como ferramenta muitas vezes. Não sei de todas as religiões, todavia, os cristãos são os que nunca poderiam fazer isso.
Deus ama perguntas, sinceras, emotivas, imcomprensíveis. Deus sempre responde perguntas nos livros bíblicos, e qualquer exceção descoberta prometo render-lhe outro post.
Habacuque, profeta. O primeiro a citar definadamente sobre fé. Provavelmente o primeiro que a entendeu o suficiente para que isso lhe fosse revelada. O seu livro começa como? Perguntas!
Primeiro não consegue compreender a injustiça. Deus lhe responde como irá trazer justiça.
Ele foi esperar então em cima da muralha, na torre.
Segundo não consegue entender a justiça. Deus lhe responde por que iria fazer como decidiu fazer.
Então o pobre entendeu algo simples, mas díficil de se engolir. Ele entendeu que não entenderia por mais que lhe explicasse. Ele entendeu as respostas. Mas ainda não compreendeu o modo de pensar por provavelmente ser apenas um homem e não o Deus Poderoso.
Imagino que naquele torre, viu o horizonte, e começou a se tremer de frio e de medo. Mas confiou, não que entenderia. Confiou que Deus faria algo, e lhe ajudaria a sobreviver a esse algo. Mesmo que faltasse tudo a justiça viria e ele a esperaria ali. Olhando para o horizonte. Confiando. Tendo fé. E com suas perguntas.
No mínimo curioso, mas bastante digno de se pensar. Fica a história para reviver sua imaginação durante a semana. Bom dia.
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
Expresso Riso - Um grande trabalho
Conheci esse pessoal no fim de semana e gostaria de compartilhar com vocês o projeto Expresso Riso.
Visite o site e se informe, vale muito a pena.
www.expressoriso.com.br
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domingo, 26 de junho de 2011
O poder dos sonhos
"Eu grito para ti ó Deus: Vem me socorrer"
Essa canção embala minha noite a poucos minutos de sair para ver meus irmãos. Passei quatro dias bem inúteis. Incrível como quanto mais tempo disponível eu tenho menos coisas eu faço. Mas ao meu feriado reservo o esquecimento e espero ansiosamente a segunda-feira. Mas de que importa o meu cotidiano a vocês que lêem o blog? Para nada, essa é a verdade. Então passamos ao colóquio relevante:
Sonhos e Pesadelos
Um fato foi que sonhei bem menos nesses dias, alguns pesadelos. Sonhos viraram pesadelos. E outros se dissolveram em uma esperança longínqua. Peguei-me desejando sonhar velhos sonhos quando me deitei essa noite.
Um livro do antigo sábio Salomão* diz um conselho bem interessante e no mínimo curioso, resumindo: Quando nos assentamos com pessoas de alto escalão devemos temer entrar nas lisonjas deles, se imaginarmos algo de suas "delicadezas" o que não era delicado pode se parecer assim para nós e cairmos em uma grande armadilha.
Claro uma parte dessa história é utilizada fora de contexto em grandes sermões positivista e de auto-projeção-futurista.
O fato é a verdade sobre a imaginação, assim como imaginamos é como nosso cérebro acredita que é.
Não que tudo que for imaginado acontecerá, pode ser que não. Todavia imagine o silêncio agora, imagine uma canção bem sutil ao fundo, talvez essa imaginação seja real, talvez não. Porém, lhe reservo um segredo: No meio dos sonhos ou dos pesadelos, pare um pouco e imagine estar vivendo com o Espírito Santo ao seu lado. Talvez seu cérebro acredite que ele esteja lá, talvez você o sinta. Ou, pare de imaginar e criar na mente sua "vida espiritual", afinal talvez nada disso dê certo porque no final das contas imaginar sobre aquilo que já é e já está é uma tremenda perda de tempo.
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B. Lobo.
*Pv 23.1-9
Essa canção embala minha noite a poucos minutos de sair para ver meus irmãos. Passei quatro dias bem inúteis. Incrível como quanto mais tempo disponível eu tenho menos coisas eu faço. Mas ao meu feriado reservo o esquecimento e espero ansiosamente a segunda-feira. Mas de que importa o meu cotidiano a vocês que lêem o blog? Para nada, essa é a verdade. Então passamos ao colóquio relevante:
Sonhos e Pesadelos
Um fato foi que sonhei bem menos nesses dias, alguns pesadelos. Sonhos viraram pesadelos. E outros se dissolveram em uma esperança longínqua. Peguei-me desejando sonhar velhos sonhos quando me deitei essa noite.
Um livro do antigo sábio Salomão* diz um conselho bem interessante e no mínimo curioso, resumindo: Quando nos assentamos com pessoas de alto escalão devemos temer entrar nas lisonjas deles, se imaginarmos algo de suas "delicadezas" o que não era delicado pode se parecer assim para nós e cairmos em uma grande armadilha.
Claro uma parte dessa história é utilizada fora de contexto em grandes sermões positivista e de auto-projeção-futurista.
O fato é a verdade sobre a imaginação, assim como imaginamos é como nosso cérebro acredita que é.
Não que tudo que for imaginado acontecerá, pode ser que não. Todavia imagine o silêncio agora, imagine uma canção bem sutil ao fundo, talvez essa imaginação seja real, talvez não. Porém, lhe reservo um segredo: No meio dos sonhos ou dos pesadelos, pare um pouco e imagine estar vivendo com o Espírito Santo ao seu lado. Talvez seu cérebro acredite que ele esteja lá, talvez você o sinta. Ou, pare de imaginar e criar na mente sua "vida espiritual", afinal talvez nada disso dê certo porque no final das contas imaginar sobre aquilo que já é e já está é uma tremenda perda de tempo.
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B. Lobo.
*Pv 23.1-9
quarta-feira, 15 de junho de 2011
CORTAR O TEMPO
Por Carlos Drummond de Andrade
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente
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Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Humanos - Parte 01
"Um olhar para o céu, nossa casa, esquecendo o mundo e caminhando de volta ao lar!"
Cresci com um ar de nômade permeando os ambientes em que andava. Como logo cedo fui pra igreja evangélica esse ar foi da esfera externa para a interna e rapidamente me vi um peregrino em terra alheia.
Nossa casa era o céu, estávamos no mundo, todavia sem ser daqui. Olhava o céu desejando-o, sentia saudades como se tivesse passado as últimas férias lá. Desejava tanto ir além das nuvens...
Até que me fizeram o favor de, a um evangélico, pregar o evangelho. Suspirei ao destino e tomei rumo ao Cristianismo. Fui buscar em Jesus Cristo as palavras suaves que ouvi. Deixei a religião, ou melhor, estou deixando a religião e tentando trilhar um caminho junto ao Guia da Verdade.
Hoje, da fama de questionador que me impuseram, resolvi entender um pouco do saudosismo daquilo que não vivi.
"Um olhar para o céu, nossa casa, esquecendo o mundo e caminhando de volta ao lar!"
Jesus, esse papo de andarilho terráqueo foi dito por você quando mesmo?
Para escrever esse texto fui ler as 04 versões do evangelho, amplamente aceitas, a saber: Os evangelhos segundo Mateus, Marcos, Lucas e João.
Reservo a primeira parte desse texto para as versões de Mateus e Marcos.
Ao lê-las não encontrei nenhuma menção de um Jesus dizendo para aspirarmos ao além em detrimento do aquém. Claro, antes de comentários logo abaixo, estou referindo à Mateus e Marcos. Fique calmo na sua cadeira!
Onde quero chegar? Simples! Já ouviu o ditado popular “o que os olhos não vêem, coração não sente”?
As pessoas confundem o esperar em Jesus com o desejar o Céu a ponto de desprezar a Terra. Muitos abominam tudo que se pode ter no planeta por desejar ser levado ao céu. Isso faz com que algumas coisas diminuam...
- A humanidade. Tudo gira em torno das “almas”, meio estranho para quem não é do convívio evangélico. Mas a verdade é que todo interesse em alguém ou em uma amizade se dá para atraí-la a uma igreja, uma religião e por fim a salvação. Não se importa com o Homem, por ser humano, com as pessoas por ser pessoas.
- A gratidão. É sim, essa é a palavra. “A terra deu Ele aos filhos dos homens...” lembra do Salmo? Lembra-se que esse globo foi feito para nós cuidarmos dele? Queremos tanto sair dele e abandoná-lo a uma cadência de destruição que simplesmente estamos negligenciando um presente de Deus.
Daí você diz... E quando Jesus orou “eles não são do mundo”, isso guarda especialmente para a parte dois do texto, pois foi dito no livro segundo João.
Todavia uma palavra surge nessa recapitulação dos evangelhos (Mateus e Marcos).
“VIGIAI”
E quando ela foi citada o contexto é acompanhado por duas, ou melhor, três parábolas.
- As dez virgens. Vigiar. 5 mantiveram acesas as lâmpadas, as demais por falta de óleo deixaram as suas apagar.
- A história dos servos que ganharam talentos (alguma coisa que poderia ser taxada como propriedade de troca, dinheiro, habilidades, títulos etc.). Todos investiram e multiplicaram apenas um enterrou e nada fez com ele.
Contexto de ambas: Alguém voltaria para encontrar com eles, na primeira o noivo, na segunda o dono dos talentos. Ambas as personagens ilustram a identidade de Jesus.
Conclusão simples: Esperamos o Messias voltar, por isso não podemos negligenciar a presença do Espírito Santo em nossas vidas (óleo) e muito menos sermos omissos quanto ao que fomos destinados a fazer.
O que fomos destinados a fazer?
A terceira estória antecipa a própria comissão da missão cristã. Essa parábola fala sobre o julgamento das nações, onde as pessoas pelos atos que tiveram em relação às demais pessoas seriam julgadas. Os indivíduos que se posicionaram na missão cristã (AMAI AO PRÓXIMO COMO EU VOS AMEI, frase de Jesus Cristo) ouviram:
“Quando fizeram por um destes, fizeram a mim”
Estes herdariam o céu, os demais por omissão estariam encrencados. Em ambos os livros, Mateus e Marcos, o final é descrito pelo colóquio de Jesus com seus discípulos. Onde mundialmente são reconhecidas as últimas indicações missionais dadas por Jesus. Todas voltadas para o ser humano.
Conclusão da parte 01:
Quanto menos olharmos a Terra e as pessoas que moram aqui, menos perceberemos a necessidade, já previamente exposta por Jesus, de ajudarmos e amarmos uns aos outros. E fazer um olhar tão mesquinho assim não me parece ser a vontade de Jesus. Reflita.
Tem mais, muito mais sobre esse assunto, vale passar aqui no sofá semana que vem... na Parte 02.
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Por B. Lobo
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Ele é o Designer de Interiores
Por Gilssandra Bispo
Vivi uma experiência única com Deus. Ele me ensinou que mexe no meu interior com arte, combinando as coisas, buscando harmonia.Ele trabalha para combinar tudo, arrumar espaços para as coisas que precisam ser encaixadas nas nossas vidas, só Ele sabe trabalhar a nossa estrutura, só Ele pode entender o lugar de cada coisa, e só Ele pode explicar o por que delas estarem em determinado espaço.
Ele sabe como trazer a cor perfeita, a luz perfeita...
Estive há alguns dias na loja do shopping casa park, Tok Stok, e foi lá que Deus falou comigo, Ele chamou minha atenção para a perfeição de cada espaço planejado, cada cozinha, sala, quarto, que estão expostos naquele lugar para encher nossos olhos e no meio do meu passeio guardei na memória cada detalhe. Em casa quando o meu Amor me deixou, fui orar, e Deus me disse algo:
Só eu sei o lugar de todas as coisas na sua vida, o que pode combina, e o que pode estragar a sua estrutura. Só Eu tenho a sensibilidade de perceber o que realmente você precisa ter ou o que deve ser lançado fora por não combinar com contigo e nem com meu propósito em sua vida. Eu sou seu designer de interiores....
Deus não exagera, Deus não excede, Deus não edifica sem propósito, Deus não decora sem objetivo, Ele é perfeito. Ele sabe exatamente o que esta fazendo em nós, não podemos interferir, pq aquilo que julgamos ser bom, ou agradável, pode estragar a decoração do nosso design de interiores.
Levei minhas discípulas lá na Tok Stok, e mostrei a elas o Deus de excelência e da arte, no que diz respeito a fazer de nós obras perfeitas de suas mãos!
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
Exemplo de Perseverança
Texto retirado do site www.underground.org.br
_________________________
A igreja perseguida é sempre fonte de grande motivação pra mim. Guardo na memória diversos testemunhos de fé, força, superação e provisão divina de cristãos perseguidos. Sempre me impressiona – e acho que sempre vou ficar impressionada – com o grau de resistência de alguns cristãos, sendo eles tão... Tão comuns!
Porque esse é um fato que sempre me choca quando me deparo com um testemunho que me toca mais a fundo: aquele irmão ou irmã é parecido comigo. Ele não é um super cristão. Depende de orações como eu, precisa alimentar sua fé, precisa exercitar seu relacionamento com Deus, precisa resistir ao pecado. Assim como eu.
A bíblia diz, em I Pe 8,9: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo”.
Essa passagem me deixa intrigada. As outras passagens que falam sobre a unidade do corpo de Cristo não me intrigam tanto, porque eu imagino logo em me por no lugar do outro e sentir a dor dele, e assim entendê-lo, e ser um com ele. Mas estarmos passando as mesmas aflições, em contextos tão diferentes, isso me escapa. E peço pra que Deus me faça entender, porque é aí que certamente está o trecho mais maravilhoso da passagem.
O exemplo dos cristãos perseguidos sempre nos ensina alguma coisa. Aprendemos a ser cristãos melhores, mais fortes, perseverantes, tolerantes e corajosos, entre muitas outras características que você também poderia citar pensando no que sua vida mudou depois que você conheceu a igreja perseguida. Tudo isso sem que você tenha sofrido o mesmo tipo de perseguição que eles.
Mas, de alguma forma, nos identificamos com algumas das histórias da igreja perseguida, porque temos nossa própria cota de sofrimento que sempre será semelhante em certos aspectos da vida cristã, como na prática do perdão, no exercício da fé e no nosso relacionamento com Deus, entre outras questões tão delicadas quanto essas. Estamos unidos aos cristãos perseguidos nos seus sofrimentos não só quando nos colocamos no lugar deles e tentamos entender uma experiência específica, mas também nos desafios cotidianos que enfrentamos como cristãos. Por isso, os testemunhos deles nos fortalecem porque nos impulsionam a orar e, ao mesmo tempo, nos ensinam tanto.
Autor: Juliana Suzuhara (@jusuzuhara)
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A igreja perseguida é sempre fonte de grande motivação pra mim. Guardo na memória diversos testemunhos de fé, força, superação e provisão divina de cristãos perseguidos. Sempre me impressiona – e acho que sempre vou ficar impressionada – com o grau de resistência de alguns cristãos, sendo eles tão... Tão comuns!
Porque esse é um fato que sempre me choca quando me deparo com um testemunho que me toca mais a fundo: aquele irmão ou irmã é parecido comigo. Ele não é um super cristão. Depende de orações como eu, precisa alimentar sua fé, precisa exercitar seu relacionamento com Deus, precisa resistir ao pecado. Assim como eu.
A bíblia diz, em I Pe 8,9: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo”.
Essa passagem me deixa intrigada. As outras passagens que falam sobre a unidade do corpo de Cristo não me intrigam tanto, porque eu imagino logo em me por no lugar do outro e sentir a dor dele, e assim entendê-lo, e ser um com ele. Mas estarmos passando as mesmas aflições, em contextos tão diferentes, isso me escapa. E peço pra que Deus me faça entender, porque é aí que certamente está o trecho mais maravilhoso da passagem.
O exemplo dos cristãos perseguidos sempre nos ensina alguma coisa. Aprendemos a ser cristãos melhores, mais fortes, perseverantes, tolerantes e corajosos, entre muitas outras características que você também poderia citar pensando no que sua vida mudou depois que você conheceu a igreja perseguida. Tudo isso sem que você tenha sofrido o mesmo tipo de perseguição que eles.
Mas, de alguma forma, nos identificamos com algumas das histórias da igreja perseguida, porque temos nossa própria cota de sofrimento que sempre será semelhante em certos aspectos da vida cristã, como na prática do perdão, no exercício da fé e no nosso relacionamento com Deus, entre outras questões tão delicadas quanto essas. Estamos unidos aos cristãos perseguidos nos seus sofrimentos não só quando nos colocamos no lugar deles e tentamos entender uma experiência específica, mas também nos desafios cotidianos que enfrentamos como cristãos. Por isso, os testemunhos deles nos fortalecem porque nos impulsionam a orar e, ao mesmo tempo, nos ensinam tanto.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Série Quem é Você? #9
Jesus está vivo! Sério, onde? Jesus responde suas orações! Sério, porque não respondeu a de ontem a noite? Jesus te ama! Poxa vida podemos dar um nobel por isso?
#9 Como vossos poetas já dizem...
Quando eu era pequeno aprendi uma história: "Se eu não for um bom menino, Deus vai castigar" (Zé Ninguém, Biquini Cavadão).
Quando eu era adolescente ouvi dizer que Ele era o designer dos destinos.
Bem certo, na juventude ouvi dizer que poderia eu mesmo ser Deus ou que ele na verdade nunca existiu.
Hoje me perguntei porque tantas opiniões sobre Deus? Bom, na verdade acho que não são várias opiniões sobre um Deus. Porém, uma opinião para cada Deus conhecido.
Jesus Cristo disse que só ele poderia ser o primeiro a definir de verdade a Deus, afinal ele tinha conhecido ele pessoalmente. Mas qual Jesus? O Jesus que apareceu na história contando lendas e foi morto, após ter sido gerado de um possível estupro de um soldado? Ou aquele cara que estudou tanto a lei que foi tomado por mestre e imortalizado pela imaginação dos discípulos? Ou aquele filho de Deus que veio perdoar pecados e resgatar os homens, (afastados?), de Deus? Ou ainda aquele que ressucitou? Ou ainda aquele que ressuscitou, foi pro céu e ainda vai voltar? Ou aquele que fez tudo isso e deveria ter voltado sábado passado?
Sabe acredito que cada povo tem o Deus que merece. O Jesus que mais lhe convém ou os deuses e os messias que achar que precisa para pacificar sua conciência.
Uns são sensitivos e tem experiências. Outros são racionais e tem revelações. Outros querem abstrações. Há um Deus para cada humano. Há um messias para cada pecador. Há uma religião para cada necessidade.
Na boa? Acho que aquela pedra nunca saiu do sepulcro de Jesus. Ou que ele nem entrou lá! Você acredita nisso? De verdade? Vou ter que sorrir de você e me sentar do seu lado. Pois eu também acredito. Tentei não acreditar e ainda estudo a história para tirar a "prova dos 9" para saber se é ou não verdade essa história. Mas eu acredito.
Não acredito no papo "Ele é seu Senhor, submeta-se!". Acredito no Jesus irmão. O "Senhor" foi medieval, foi daquela época. Acredito no senhorio de Cristo! Mas não nele como esse tal Senhor. Se ele nos chama irmãos e amigos porque preciso me portar a ele como servo? Sei que ele é meu Deus e reconheço seu senhorio, mas não um lado macabro de um Rei feudal que dá ordens arbitrárias. Acredito no senhorio do rabino que caminhou dando direcionamento e abraços ao mesmo tempo. Que observou os lírios e disse que há poda nas árvores, mas que há jardineiros que pedem mais tempo para as árvores frutificarem.
Jesus morreu há muito tempo. Mas deixaram a pedra na porta do sepulcro. Afinal as pessoas queriam um Messias. Ele foi Messias. Mas queriam um Rei. Ele foi. Mas não o aceitaram como irmão. Muito menos como amigo. Insistem em lhe chamar de Senhor. Mas ele disse: "E dirão: Senhor, Senhor! Fizemos isso e aquilo em seu nome". Porque isso? Oras, porque você insiste em negar a família para ser escravo? Pedir perdão ao invés de ser perdoado? Viver martirizando a santidade ao invés de ser tomado pela graça?
Escritor em qual Jesus você acredita?
Eu acredito no Jesus que saiu do sepulcro e acredito que o que saiu foi o mesmo que entrou. Santo, amoroso, Rei, Deus, Senhor...AMIGO E MEU IRMÃO.
Posso escolher o Jesus que dá dinheiro. Ou aquele que cura. Tem aquele que ama e é libertador. Ainda há o Senhor. Não quero escolher um Jesus que me convém. Quero aceitar o que existe, quero acreditar no verdadeiro e não no que me agrada. Para ele peço ao Espírito Santo que me guie. Peço que não me permita deixar a pedra no sepulcro impedindo o verdadeiro de sair por um clone mais pós moderno vir me dá as mãos.
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#9 Como vossos poetas já dizem...
Quando eu era pequeno aprendi uma história: "Se eu não for um bom menino, Deus vai castigar" (Zé Ninguém, Biquini Cavadão).
Quando eu era adolescente ouvi dizer que Ele era o designer dos destinos.
Bem certo, na juventude ouvi dizer que poderia eu mesmo ser Deus ou que ele na verdade nunca existiu.
Hoje me perguntei porque tantas opiniões sobre Deus? Bom, na verdade acho que não são várias opiniões sobre um Deus. Porém, uma opinião para cada Deus conhecido.
Jesus Cristo disse que só ele poderia ser o primeiro a definir de verdade a Deus, afinal ele tinha conhecido ele pessoalmente. Mas qual Jesus? O Jesus que apareceu na história contando lendas e foi morto, após ter sido gerado de um possível estupro de um soldado? Ou aquele cara que estudou tanto a lei que foi tomado por mestre e imortalizado pela imaginação dos discípulos? Ou aquele filho de Deus que veio perdoar pecados e resgatar os homens, (afastados?), de Deus? Ou ainda aquele que ressucitou? Ou ainda aquele que ressuscitou, foi pro céu e ainda vai voltar? Ou aquele que fez tudo isso e deveria ter voltado sábado passado?
Sabe acredito que cada povo tem o Deus que merece. O Jesus que mais lhe convém ou os deuses e os messias que achar que precisa para pacificar sua conciência.
Uns são sensitivos e tem experiências. Outros são racionais e tem revelações. Outros querem abstrações. Há um Deus para cada humano. Há um messias para cada pecador. Há uma religião para cada necessidade.
Na boa? Acho que aquela pedra nunca saiu do sepulcro de Jesus. Ou que ele nem entrou lá! Você acredita nisso? De verdade? Vou ter que sorrir de você e me sentar do seu lado. Pois eu também acredito. Tentei não acreditar e ainda estudo a história para tirar a "prova dos 9" para saber se é ou não verdade essa história. Mas eu acredito.
Não acredito no papo "Ele é seu Senhor, submeta-se!". Acredito no Jesus irmão. O "Senhor" foi medieval, foi daquela época. Acredito no senhorio de Cristo! Mas não nele como esse tal Senhor. Se ele nos chama irmãos e amigos porque preciso me portar a ele como servo? Sei que ele é meu Deus e reconheço seu senhorio, mas não um lado macabro de um Rei feudal que dá ordens arbitrárias. Acredito no senhorio do rabino que caminhou dando direcionamento e abraços ao mesmo tempo. Que observou os lírios e disse que há poda nas árvores, mas que há jardineiros que pedem mais tempo para as árvores frutificarem.
Jesus morreu há muito tempo. Mas deixaram a pedra na porta do sepulcro. Afinal as pessoas queriam um Messias. Ele foi Messias. Mas queriam um Rei. Ele foi. Mas não o aceitaram como irmão. Muito menos como amigo. Insistem em lhe chamar de Senhor. Mas ele disse: "E dirão: Senhor, Senhor! Fizemos isso e aquilo em seu nome". Porque isso? Oras, porque você insiste em negar a família para ser escravo? Pedir perdão ao invés de ser perdoado? Viver martirizando a santidade ao invés de ser tomado pela graça?
Escritor em qual Jesus você acredita?
Eu acredito no Jesus que saiu do sepulcro e acredito que o que saiu foi o mesmo que entrou. Santo, amoroso, Rei, Deus, Senhor...AMIGO E MEU IRMÃO.
Posso escolher o Jesus que dá dinheiro. Ou aquele que cura. Tem aquele que ama e é libertador. Ainda há o Senhor. Não quero escolher um Jesus que me convém. Quero aceitar o que existe, quero acreditar no verdadeiro e não no que me agrada. Para ele peço ao Espírito Santo que me guie. Peço que não me permita deixar a pedra no sepulcro impedindo o verdadeiro de sair por um clone mais pós moderno vir me dá as mãos.
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sábado, 21 de maio de 2011
Uma bomba do tamanho do globo por favor?!
Meia noite e vinte e cinco e o mundo ainda não acabou, então dá tempo de escrever mais um post.
Já citei aqui sobre a vontade irremediável das pessoas de acabarem com tudo. E sabe de uma coisa... também queria acabar com tudo.
Uma bomba do tamanho do globo por favor!?
Onde eu almoço, a copa da empresa, resolveram colocar uma televisão. Confesso que não gostei nem um pouco. Antes conversavamos muito mais e riamos das histórias da vida de cada um. Agora aquele tubo de elétrons capta as atenções e o máximo que fazemos é ver os simpsons e depois um telejornal regional.
Ás vezes brigamos, outras concordamos com as matérias, todavia, o fato é que o jornal só passa notícias ruins. E quando na pauta se coloca uma notícia razoável, o infeliz do apresentador consegue fazer um comentário, desnecessário, de baixa estima. Ou seja, o almoço acaba pegando um ar sombrio e chato.
Afinal as coisas andam tão mal mesmo, tudo bem que não gosto de ficar ouvindo sobre isso, mas que eu posso fazer para resolver? Colocar uma bomba no globo e ajuste do botão de time em 15 segundos?
Se você tiver uma bomba para fincarmos no meio das ruínas maias ou no stonehenge que detone o planeta então vamos nessa!
Caso o contrário o que faremos?
Minha sugestão:
Primeiro, não assista esses telejornais.
Segundo, não discuta as reportagens do jornais.
Terceiro, decida-se! Ou você se importa com os problemas do mundo e das pessoas, OU NÃO!
Se não se importa, não fique achando que o restante do texto vai te acusar. Não se importa, então não se importa. Siga sua vida, seja bom com as pessoas (porque mesmo não se importando com elas você irá precisar delas), faça suas metas, destrua suas metas, refaça as metas, viva cada dia bem, e morra feliz com o que tiver alcançado.
Se você se importa, então vai ter que realmente fazer valer isso.Se importa com o que?
Pobreza? No mínimo dê esmolas, junte suas roupas antigas e leve para doação, comece a ser paciente com os analfabetos, ache uma ONG. Ajude pelo menos com recursos financeiros.
Injustiça e afins? Bom, defenda as pessoas. Comece a colocar a cara para bater.
Natureza? O básico, pare o desperdício. Depois, sua conduta vai tirar a fama de ecochato e terá voz para ensinar outra pessoas.
Coisas espirituais? Ame. Sem amor é tudo lixo.
Outras coisas...bom, sempre tem o básico. Depois o intermediário. E enfim o díficil. Se não podermos explodir o mundo só nos resta duas opções:
Ou você se importa
Ou admite que não tá nem aí e para de balela.
00:40, o mundo não acabou. Acho que dá tempo de dormir.
Boa noite.
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Já citei aqui sobre a vontade irremediável das pessoas de acabarem com tudo. E sabe de uma coisa... também queria acabar com tudo.
Uma bomba do tamanho do globo por favor!?
Onde eu almoço, a copa da empresa, resolveram colocar uma televisão. Confesso que não gostei nem um pouco. Antes conversavamos muito mais e riamos das histórias da vida de cada um. Agora aquele tubo de elétrons capta as atenções e o máximo que fazemos é ver os simpsons e depois um telejornal regional.
Ás vezes brigamos, outras concordamos com as matérias, todavia, o fato é que o jornal só passa notícias ruins. E quando na pauta se coloca uma notícia razoável, o infeliz do apresentador consegue fazer um comentário, desnecessário, de baixa estima. Ou seja, o almoço acaba pegando um ar sombrio e chato.
Afinal as coisas andam tão mal mesmo, tudo bem que não gosto de ficar ouvindo sobre isso, mas que eu posso fazer para resolver? Colocar uma bomba no globo e ajuste do botão de time em 15 segundos?
Se você tiver uma bomba para fincarmos no meio das ruínas maias ou no stonehenge que detone o planeta então vamos nessa!
Caso o contrário o que faremos?
Minha sugestão:
Primeiro, não assista esses telejornais.
Segundo, não discuta as reportagens do jornais.
Terceiro, decida-se! Ou você se importa com os problemas do mundo e das pessoas, OU NÃO!
Se não se importa, não fique achando que o restante do texto vai te acusar. Não se importa, então não se importa. Siga sua vida, seja bom com as pessoas (porque mesmo não se importando com elas você irá precisar delas), faça suas metas, destrua suas metas, refaça as metas, viva cada dia bem, e morra feliz com o que tiver alcançado.
Se você se importa, então vai ter que realmente fazer valer isso.Se importa com o que?
Pobreza? No mínimo dê esmolas, junte suas roupas antigas e leve para doação, comece a ser paciente com os analfabetos, ache uma ONG. Ajude pelo menos com recursos financeiros.
Injustiça e afins? Bom, defenda as pessoas. Comece a colocar a cara para bater.
Natureza? O básico, pare o desperdício. Depois, sua conduta vai tirar a fama de ecochato e terá voz para ensinar outra pessoas.
Coisas espirituais? Ame. Sem amor é tudo lixo.
Outras coisas...bom, sempre tem o básico. Depois o intermediário. E enfim o díficil. Se não podermos explodir o mundo só nos resta duas opções:
Ou você se importa
Ou admite que não tá nem aí e para de balela.
00:40, o mundo não acabou. Acho que dá tempo de dormir.
Boa noite.
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terça-feira, 17 de maio de 2011
Série Quem é Você? #8
Ele acordou sozinho e teve que trabalhar. Não era nenhum dia de trabalho, era o fim de semana. E entusiasmado começou... A garganta ressacada anunciou uma terrível inflamação. Embrulhou o estomago depois do almoço e se dopou com os comprimidos para resolver a situação.O quarto se tornou escuro pelo cair da tarde, a meia luz trouxe uma sensação de tristeza no coração.
Engraçado como as pessoas vivem sozinha nessa era pós-moderna. Muitos moram sozinhos, outros tantos chegam à velhice sozinho. Outros vão morar longe da família, em outros estados. Outros vivem em relacionamentos, mas continuam sozinhos em suas casas. Outros tentam se juntar, mas parece que continuam sozinhos mesmo em uma casa cheia ou uma república alvoroçada.
Ligou o som do CD Duals do U2 e viajou com seus pensamentos. Desejou muito ter uma mulher para lhe acompanhar, mas apesar de querer muito um relacionamento, não queria nada momentâneo ou desinteressante. "Cadê as mulheres interessantes?" perguntava-se. Ficou triste desenhando o final do seu trabalho.
O que me indigna mesmo é que a solução da tristeza não é a alegria. Nem a solução da solidão o acompanhamento. O que nos faz tristes e solitários é determinado por causas tão variadas que é impossível lhe receitar uma solução.
Ouviu na letra de uma música o nome Jesus (the wanderer, U2) e foi buscar a letra. Que por coincidência era algo que fazia parte dele. Sentiu saudades, sentiu um sentimento de amor. Sentiu que queria estar perto dele. Sentiu ele. Por um momento na solidão sentiu alguém, que lhe era mais que físico era de dentro e de fora de si mesmo. Sentiu-se feliz. Sentiu paz. E a noite chegou. A tristeza aumentou na escuridão. Embora soubesse que estava perto de alguém que era só chamar para que sentisse novamente e se quisesse continuamente aquela sensação que sentirá a pouco.
João 14. Ele prometeu não nos deixar órfãos (sozinhos e sem parentesco). Ele prometeu estar conosco pelo seu Santo Espírito. Ele disse que nos daria paz, não a que costumamos pedir para nosso povo, uma outra que é indefinível, pois só pode ser sentida. Aprecie o capítulo, entenda. Boa semana.
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sábado, 7 de maio de 2011
Walking Dead
Hoje comecei a ver uma série chamada The Walking Dead. Interessante. O piloto dela sugere o tema, batido a bessa, todavia uma abordagem cativante.
O personagem principal leva um tiro e fica em coma no hospital. Quando ele acorda a cidade foi transtornada, tudo destruído, sua mulher e filhos e um montande de pessoas sumiram. Outros muitos no chão mortos, e os que não foram totalmente abatidos viraram zumbis. Contado parece tosco. Sim. Baixe o piloto e virará fã da série.
O que isso tem haver com esse texto? Bom, tanta gente fala que estamos no fim do mundo. Que pelas coisas que acontecem realmente o mundo está destruído. E todo aquele blá blá blá. Muitos ousam até dar datas para o "the end", todavia ninguém acertou ainda.
Bom, estou firmado no seguinte pensamento: As pessoas amam o caos! Querem destruir tudo, os outros, julgar, leis e quando ferem sua opinião resolvem lutar pelos direitos de expressão. Pura hipocrisia.
Todavia, não são passeatas, leis, comportamentos, destruições, catástrofes que deveria nos assustar quanto um "deadline" do mundo. Jesus disse no livro de São Mateus que coisas horrendas, guerras, terremotos aconteceriam sempre. Isso não marcaria o fim, pelo contrário, marca o começo. Comportamentos e cultura não marca o fim. No mundo tudo se repete, as leis que já se aprovam hoje, já marcaram grandes épocas da história. Tudo é um ciclo. Isso não marca o fim. Marca o meio.
O que marca o fim? Jesus disse, "quando o filho do homem vier achará fé na terra?".
Quando ele vier. No fim. Ele vier, uma ação, um verbo. Futuro. Quando ele VIER.
Isso marca o fim. A fé. Ele não disse que a fé acabaria. Ele perguntou se a acharia! É importante esse detalhe. Há também outra importante consideração...
Algo iria diminuir! Jesus disse: "por se multiplicar a iniquidade o amor de muitos se esfriaria".
Onde está a fé? Onde vemos o amor esquentando corações?
Fé não é radicalismo. Amor é ação.
Por ver a iniquidade muitos acabaram esfriando o amor e tomando em suas mãos as armas. Vingança. A luta por seus ideais.
Encontrar a fé implica em colocar em prática o amor. Só tem amor esquentando seu coração quem ainda tem fé de que a iniquidade pode recuar. O fim é marcado pela diminuição do amor e o colocar a fé em dúvida, a ponto de ter que procurá-la.
Sem mais... reflita você mesmo! Siga o som da adoração.............
Bom final de semana...\o
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O personagem principal leva um tiro e fica em coma no hospital. Quando ele acorda a cidade foi transtornada, tudo destruído, sua mulher e filhos e um montande de pessoas sumiram. Outros muitos no chão mortos, e os que não foram totalmente abatidos viraram zumbis. Contado parece tosco. Sim. Baixe o piloto e virará fã da série.
O que isso tem haver com esse texto? Bom, tanta gente fala que estamos no fim do mundo. Que pelas coisas que acontecem realmente o mundo está destruído. E todo aquele blá blá blá. Muitos ousam até dar datas para o "the end", todavia ninguém acertou ainda.
Bom, estou firmado no seguinte pensamento: As pessoas amam o caos! Querem destruir tudo, os outros, julgar, leis e quando ferem sua opinião resolvem lutar pelos direitos de expressão. Pura hipocrisia.
Todavia, não são passeatas, leis, comportamentos, destruições, catástrofes que deveria nos assustar quanto um "deadline" do mundo. Jesus disse no livro de São Mateus que coisas horrendas, guerras, terremotos aconteceriam sempre. Isso não marcaria o fim, pelo contrário, marca o começo. Comportamentos e cultura não marca o fim. No mundo tudo se repete, as leis que já se aprovam hoje, já marcaram grandes épocas da história. Tudo é um ciclo. Isso não marca o fim. Marca o meio.
O que marca o fim? Jesus disse, "quando o filho do homem vier achará fé na terra?".
Quando ele vier. No fim. Ele vier, uma ação, um verbo. Futuro. Quando ele VIER.
Isso marca o fim. A fé. Ele não disse que a fé acabaria. Ele perguntou se a acharia! É importante esse detalhe. Há também outra importante consideração...
Algo iria diminuir! Jesus disse: "por se multiplicar a iniquidade o amor de muitos se esfriaria".
Onde está a fé? Onde vemos o amor esquentando corações?
Fé não é radicalismo. Amor é ação.
Por ver a iniquidade muitos acabaram esfriando o amor e tomando em suas mãos as armas. Vingança. A luta por seus ideais.
Encontrar a fé implica em colocar em prática o amor. Só tem amor esquentando seu coração quem ainda tem fé de que a iniquidade pode recuar. O fim é marcado pela diminuição do amor e o colocar a fé em dúvida, a ponto de ter que procurá-la.
Sem mais... reflita você mesmo! Siga o som da adoração.............
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Série Quem é Você? #7
O contador de histórias...
Mas um dia no Oriente Médio. Na época em que provavelmente os rumores políticos de Roma incomodava os bons judeus, que tentavam as margens do mar da Galiléia pescar alguns peixes. Jesus ia e vinha pelas estradas de chão em toda Judéia e Samaria, caminhava um pouco além e retornava a visitar outros e os mesmos povoados hebreus.
Imagine um homem de trinta anos que estudou o necessário e trabalhou tal qual os proletariados do século XX. Um homem que provavelmente estava surrado pelo clima áspero da região.
Suas viagens eram muito cativantes e imagino um homem extremamente silencioso pelo caminho, seu olhar percorrendo os lírios, observando as aves, vendo ao longe as montanhas. Entrando nas cidades e vendo os costumes e as culturas, que pelos adventos já se misturavam umas às outras. Ele havia sido carpinteiro, agora era profeta itinerante. Lembrava, certamente, da sua mãe ordenando as coisas em casa e de seu pai meticuloso no manejo da madeira.
Aquele saudosismo todo era expresso pela visão dos jovens carregando coisas para seus pais pelas ruas e outros brincando e se escondendo dos afazeres. Era de se entender que com atmosfera nada sutil do lugar a preguiça tomasse das pernas aos cabelos cada jovem que se encontrasse por ali.
Daí então, no meio de uma conversa que se tornava muito tensa, as memórias lhe faz sobrepor um exemplo sobre o debate que se seguia...
"Havia um homem que tinha dois filhos. Chegou-se ao primeiro e lhe mandou cuidar do campo. Este prontamente disse "sim", mas quando o pai se afastou continuou por ali deitado sonolento por seja lá qual motivo fosse.
O mesmo homem ao andar pela casa encontrou o segundo filho. Chamou o mesmo e lhe mandou cuidar do campo. Sentindo o tamanho desconforto para realizar aquilo disse ao pai um grande "não" e se foi de volta ao quarto. Porém, ao estar no quarto fazendo qualquer coisa que nem era importante, acabou por sentir que estava errado e levantou-se e foi cuidar do campo."
Jesus ao contar isso viu que os jovens estavam prestando atenção, afinal seus pais estavam lhes cutucando enquanto ouviam a história, bem junto a eles ficaram os mais velhos também pensativos sobre o discurso. No contexto da história, toda a narrativa dirigia a uma interpretação mais firme, mas ilustrando sutilmente a história vemos a construção dos personagens revela algo que era fato que ia além de um improviso expontâneo.
"Qual dos filhos agiu corretamente?"
Obviamente todos criticaram o primeiro filho por dizer não, embora no final dessem para o mesmo os parabéns pela obediência.
Acredito que o Mestre quis contar uma história que pudesse ser percebida diferentemente, analisando o ponto de vista de cada personagem. Ressaltarei apenas um, os outros ficam ao critério de vocês... e a história como um todo vale a pena ser lida depois para entender que essa cena quis dizer algo mais.
Descontruindo uma personagem da história...
O pai bem sabia que nenhum dos filhos estava disposto a fazer a tarefa. Mas chamou os dois para a mesma coisa. Não quero criticar o primeiro filho, apenas dizer o seguinte...
Nosso Pai conhece nossos corações e sabe que lhe queremos e iremos dizer-lhe "não". Vamos negar fazer, mudar e executar algo. Todavia ele sabe que mesmo troncudos e marrentos nosso coração ainda se comove ao ouvir sua voz. É por isso que mesmo sabendo que estamos relutantes em mudar ou fazer ele vem e nos comunica algo. Ele confia em nós mesmo com nossos defeitos, por que no fundo, no fundo ele sabe que ouviremos o Espírito Santo e com sua ajuda poderemos fazer algo. Não faremos porque Ele nos pediu (não somos do tipo puxa-saco). Nem porque somos bons (afinal não somos). Faremos por amor. Ele nos amou, nós o amamos. E a bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados. Não importa nada nessa vida a não ser o amor. Enquanto não tivermos medo de amá-lo mesmo sendo os filhos que dizem "não" estaremos sempre dizendo "sim". Porque não são nossas palavras e nossa cara emburrada que grita, e sim nosso coração. Danem-se quem pensa ao contrário, ele confia em nós porque sente o amor.
"Mesmo se formos infiéis ele permanece fiel...". Infidelidade não afasta Deus. O "não" não afasta Deus. O amor nos faz ser da família. E faz dele ser nosso Pai.
Acredito que algo assim, dentre tantas as outras coisas, o contador de histórias quis dizer no meio de pequenas frases.
Reflita, leia o texto e deixe que a história se revele a você. Tenha um bom almoço...=D
p.s: Referência São Mateus 21.28-31
p.s2: A postagem saiu atrasada, por que o agendamento de publicação não funcionou...kkk...desculpas...\o
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Jesus conhecia homossexuais! Ou você está convencido que não?
| Imagem aleatória do Google Images - Aqui |
Há algum tempo estava a fim de escrever sobre homossexualidade no blog e não sei por que cargas d'água decidi que o dia seria hoje.
O cristianismo é muito interessante. E estudá-lo é mais interessante ainda. Acreditar nas escrituras e estudá-la se torna um hábito para aqueles que insistem em descobrir o que há de genuíno nessa religião. Sim, estou dizendo religião. Não defendendo uma ou outra insinuação da etimologia da palavra. Mas, utilizando-se do conceito popular universal de uma forma de culto ao divino, tomando "forma" no sentido de doutrinas e liturgia.
Nessa trilha pela genuinidade do cristianismo o primeiro passo é dado na direção do seu fundador, Jesus Cristo. E na observação desses princípios básicos é que se tenta recriar hoje um cristianismo mais cristão (embora pareça ser redundante a frase) e menos dogmático e litúrgico.
E como se entender a homossexualidade dando os passos rumo a Jesus?
Antes de responder essa pergunta ou ousar apresentar uma resposta pertinente apenas, precisamos reconhecer o tempo e alguns fatores sobre o próprio Jesus.
1 - Todos sabem que Jesus nasceu exatamente na época em que o Império Romano era o dominador do mundo conhecido. Posteriores a época helenista, onde muitos aspectos dessa cultura grega foram incutidos neles, o Estado Romano se difundiu e evolui pelas terras conquistadas. Entre as conquistas encontraremos o povo judeu. Esse povo cheio de tradições e rígida cultura religiosa abrigaram o surgimento de Jesus Cristo. Está aqui então o primeiro fato que temos que aceitar. Jesus Cristo viveu entre judeus e freqüentou várias cidades, durante suas idas e vindas ele teve contato com romanos (fossem soldados ou autoridades, dentre outros). O que quero dizer com isso, tanto pelas cidades circunvizinhas às aldeias judaicas quanto pela miscigenação de Jerusalém, Jesus viu muitos cidadãos que tinham feito a opção homossexual.
2 - Segundo fato a se levar em consideração é que Jesus (pelos 04 evangelhos reconhecidos em sua autenticidade) nenhuma vez sequer faz menção à homossexualidade. Ele fala sobre tudo, moral, caráter, dinheiro, família, egoísmo, morte, vida, etc. Agora de todos os assuntos abordados pelo Mestre a homossexualidade não foi citada. Não acredito que tendo citado o tema, judeus tão fervorosos como eram seus discípulos, teriam se esquecido de relatar essas palavras depois para os textos bíblicos.
Bom, entrando no assunto mais a fundo. Quero lhes ressaltar algo utilizando as palavras de um ótimo pensador antigo chamado Voltaire:
"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las."
Com base nos fatos apresentados e na frase citada, pretendo dar-lhes minha resposta para a pergunta acima.
Jesus bem sabia o que haveria de acontecer nos anos seguintes (ele mesmo cita que pessoas em seu nome fariam as aberrações das cruzadas enganando a todos e também sabia que iríamos crer nele, pois de fato orou por isso no Getsêmani. Entre outros versos também.) sendo o homem sábio que era se preocupou com uma coisa apenas...
"amem-se uns aos outros como eu vos amei"
Jesus foi o homem que perdoou a prostituta, tocou impuros, almoçou com ladrões, aceitou religiosos, conversou com desprezados, enfim... Jesus não tinha fobia a nada! Ele sempre expressava sua opinião (se concordava ou não com os atos que via), todavia em nenhum momento agiu com fobia. Inclusive na única passagem em que dá uma resposta intimidadora (a mulher sírio-fenícia que pediu a cura da filha) ele NÃO agiu com fobia, tendo todos os outros que estavam próximo feito isso. Mesmo não podendo (pela lei dos judeus) designar um milagre direto a ela, ele deu um jeito e lhe foi solução.
Agora se ele se esforçou tanto para nos ensinar isso, porque ele não falou de homossexualidade? Acredito que ele sabia que usaríamos de qualquer texto para utilizar como um pretexto para sermos uma espécie de Hitler, declarando jihad, matando e exterminando homossexuais.
E sem ele ter dito nada abertamente essa religião atual se utiliza de menos de 10 versículos em todo o novo testamento para excomungar e desprezar os homossexuais. Seria isso que Jesus faria? Acredito fielmente que não. Se bem li os textos, estou convencido de que pelo contrário, ele marcaria um almoço para falar de acontecimentos políticos com eles.
Agora toda essa guerra pelos direitos hetéros e homo é um tanto ridícula e nada vejo de Jesus nela. Esse direito de não ter uma funcionária homossexual trabalhando com sua família ou em sua empresa é tão preconceituosa tendendo a fobia quanto uma atitude de não se contratar ou ter perto evangélicos, religiosos afins.
Deus nos fez livre e Jesus respeitou essa liberdade. Não discutimos nesse post o certo ou errado, mas a existência ou inexistência do amor entre as pessoas. Não vejo Jesus militando nem a favor nem contra a PL 122 e sim conversando em um piquenique com pessoas a favor e contra o projeto de lei. Inspirando o amor entre elas, o respeito que permite você mesmo sem concordar com as palavras da outra pessoa desejar-lhe a permissão à fala. Nisso vejo Jesus. E o certo e o errado? Onde entra a ausência da religião ou do pecado? Quem define pecado ou extremismo religioso? Diga-me vocês que já leram a bíblia em que momento vocês se esqueceram de que lá fala que é o Espírito Santo que tem o trabalho, a pureza e a perfeição para dar a ambos os grupos o destino à verdade?
Uma boa noite.
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terça-feira, 12 de abril de 2011
"Ser ou não ser..."
Não deu tempo de criar o post da série...então compartilhando um texto retirado do blog do Olgálvaro Bastos Jr.
"Ser ou não ser, eis a questão"
Esta é uma das mais famosas frases da literatura mundial. Ela foi escrita por William Shakespeare, em sua peça Hamelet.
A frase trata de uma profunda questão filosófica que tem percorrido a história humana: a crise de identidade do ser humano. Uma crise que gera outras como, crise ética, moral e todas as demais mazelas da sociedade.
Tudo isto começa quando o homem decide desobedecer ao Criador caminhando, sem saber, para sua crise existencial. O homem, que deveria estar ligado a fonte da vida, em relacionamento com o Criador, passa a ter, longe Dele, um vazio emocional gigantesco.
Desde então começa uma busca de obter algo que possa satisfazer e dar sentido ao existir. O ter passa a ser uma obsessão para justificar o ser.
O que era em si mesmo, não dava mais sentido, se tornou necessário as coisas externas, as posses, ou seja o ter, para que, o que era, valesse a pena ser, ou provasse que era algo.
E assim caminha a humanidade, em busca de algo que lhe falta.
Foi neste campo do ser que o Diabo, inimigo de nossa alma, tentou destruir nosso Senhor Jesus Cristo. Foi intentando contra a consciência do ser que ele quis derrotar a Cristo, colocando dúvidas na identidade do Mestre: “Se tu és mesmo, o filho de Deus faça...”
Esta é a mesma estratégia que ele usa para trazer prisão e destruição as pessoas até hoje. É na crise do ser ou não ser que muitos estão confusos em sua identidade, como homens, como mulheres e todas as atribuições inerentes do ser estão se denegrindo dia após dia.
Quando o homem e a mulher estão sem Cristo, sem ligação com o Criador, são frutos do acaso, da vontade do homem, das influências da sociedade, do meio, dos desejos e paixões, são escravos de seus sentidos, são escravos do inferno.
Mas quando encontramos a Cristo, somos feitos de novo, somos agora família de Deus, conhecemos o que somos, definitivamente entendemos o SER.
Por isto é importante conhecer a Cristo, pois é Nele que vivemos, movemos, existimos. É em Jesus que nossa identidade é restaurada e agora podemos ser plenos em tudo, pois é Nele que estamos.
Então a questão de ser ou não ser se define em estar ou não em Cristo, é viver Cristo, para Cristo e com Cristo.
Pois Nele somos o sal desta Terra e a luz que ilumina o mundo, e neste ano de 2011 vamos meditar muito sobre a identidade, as características de ser o sal da terra.
Olgálvaro Bastos Jr.
"Ser ou não ser, eis a questão"
Esta é uma das mais famosas frases da literatura mundial. Ela foi escrita por William Shakespeare, em sua peça Hamelet.
A frase trata de uma profunda questão filosófica que tem percorrido a história humana: a crise de identidade do ser humano. Uma crise que gera outras como, crise ética, moral e todas as demais mazelas da sociedade.
Tudo isto começa quando o homem decide desobedecer ao Criador caminhando, sem saber, para sua crise existencial. O homem, que deveria estar ligado a fonte da vida, em relacionamento com o Criador, passa a ter, longe Dele, um vazio emocional gigantesco.
Desde então começa uma busca de obter algo que possa satisfazer e dar sentido ao existir. O ter passa a ser uma obsessão para justificar o ser.
O que era em si mesmo, não dava mais sentido, se tornou necessário as coisas externas, as posses, ou seja o ter, para que, o que era, valesse a pena ser, ou provasse que era algo.
E assim caminha a humanidade, em busca de algo que lhe falta.
Foi neste campo do ser que o Diabo, inimigo de nossa alma, tentou destruir nosso Senhor Jesus Cristo. Foi intentando contra a consciência do ser que ele quis derrotar a Cristo, colocando dúvidas na identidade do Mestre: “Se tu és mesmo, o filho de Deus faça...”
Esta é a mesma estratégia que ele usa para trazer prisão e destruição as pessoas até hoje. É na crise do ser ou não ser que muitos estão confusos em sua identidade, como homens, como mulheres e todas as atribuições inerentes do ser estão se denegrindo dia após dia.
Quando o homem e a mulher estão sem Cristo, sem ligação com o Criador, são frutos do acaso, da vontade do homem, das influências da sociedade, do meio, dos desejos e paixões, são escravos de seus sentidos, são escravos do inferno.
Mas quando encontramos a Cristo, somos feitos de novo, somos agora família de Deus, conhecemos o que somos, definitivamente entendemos o SER.
Por isto é importante conhecer a Cristo, pois é Nele que vivemos, movemos, existimos. É em Jesus que nossa identidade é restaurada e agora podemos ser plenos em tudo, pois é Nele que estamos.
Então a questão de ser ou não ser se define em estar ou não em Cristo, é viver Cristo, para Cristo e com Cristo.
Pois Nele somos o sal desta Terra e a luz que ilumina o mundo, e neste ano de 2011 vamos meditar muito sobre a identidade, as características de ser o sal da terra.
Olgálvaro Bastos Jr.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Série Quem é Você? #6
Como combinado, no livro de São Mateus chegamos agora na segunda parábola (alegoria, história) que está no capítulo 13 verso 3-9, e uma explicação nos versos 18-22.
Das pouquíssimas histórias que possuí a própria explanação explicativa do Mestre, não desejo eu remendar e explicar aquilo que está descrito.
Porém, para não perder a caminhada, quero mostrar um jeito peculiar e individual de ver a história. A história claro que desencadeia uma série imensa de outras histórias que, embora separadas e contadas e ocasiões diferentes, contam uma única história paralela se as colocarmos em seqüência.
Um homem olha o campo assim que acorda, levanta e toma seu café da manhã. Provavelmente um Kelloggs sem leite e um suco de pêra com pouco doce. Confere na parede ao lado da geladeira o cronograma de plantio, aquele era o dia de semear o campo. Se prepara com o saco de sementes, já pré selecionadas, e sai rumo ao campo. Claro não era um campo tão gigante ao ponto de ter que comprar uma Amazone Cirrus 6001, porém deveria ser cauteloso e caminhar durante todo o dia.
Traçou a rota de início, começaria a beira dos limites da propriedade até o outro lado dela. Saiu jogando as sementes, com toda a técnica que seu pai lhe havia ensinado antes de morrer, e assim se seguiu o dia. Claro que algumas sementes caíram para fora do terreno no caminho, outras se entocaram perto de pedras ou espinhos, mas enfim o campo arado precisava germinar um dia e graças a sua perspicácia outras sementes caíram sobre o campo arado e assim podiam crescer tranquilamente.
Quem é Você #6
Jesus disse “A esse homem, o semeador, o Reino de Deus é comparado”. Os discípulos ouviram a história e pediram explicação. Simples como a história era resumisse a explicação em “as sementes são as mensagens espalhadas entre as pessoas, umas acreditam, outras duvidam, outras a abandonam e umas se enlouquecem com ela”. Entender o Reino era para ser simples, mas acabou se tornando muito complicado. Assim por todo o livro de S. Mateus Jesus decide explicar pausadamente o Reino para que ninguém, anos mais tarde, fizesse o que acabaram por fazer.
Por isso te convido a continuar a peregrinar pelas histórias, essa foi a “Abre-alas” as outras começaram a explicar o que Deus queria no fato de enviar o filho dele para a terra. Encontramos-nos no sofá mais tarde e viajaremos por essas linhas tentando encontrar a essência não alterada das verdadeiras palavras do Mestre que há anos visitou a terra.
Até breve.
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Das pouquíssimas histórias que possuí a própria explanação explicativa do Mestre, não desejo eu remendar e explicar aquilo que está descrito.
Porém, para não perder a caminhada, quero mostrar um jeito peculiar e individual de ver a história. A história claro que desencadeia uma série imensa de outras histórias que, embora separadas e contadas e ocasiões diferentes, contam uma única história paralela se as colocarmos em seqüência.
Um homem olha o campo assim que acorda, levanta e toma seu café da manhã. Provavelmente um Kelloggs sem leite e um suco de pêra com pouco doce. Confere na parede ao lado da geladeira o cronograma de plantio, aquele era o dia de semear o campo. Se prepara com o saco de sementes, já pré selecionadas, e sai rumo ao campo. Claro não era um campo tão gigante ao ponto de ter que comprar uma Amazone Cirrus 6001, porém deveria ser cauteloso e caminhar durante todo o dia.
Traçou a rota de início, começaria a beira dos limites da propriedade até o outro lado dela. Saiu jogando as sementes, com toda a técnica que seu pai lhe havia ensinado antes de morrer, e assim se seguiu o dia. Claro que algumas sementes caíram para fora do terreno no caminho, outras se entocaram perto de pedras ou espinhos, mas enfim o campo arado precisava germinar um dia e graças a sua perspicácia outras sementes caíram sobre o campo arado e assim podiam crescer tranquilamente.
Quem é Você #6
Jesus disse “A esse homem, o semeador, o Reino de Deus é comparado”. Os discípulos ouviram a história e pediram explicação. Simples como a história era resumisse a explicação em “as sementes são as mensagens espalhadas entre as pessoas, umas acreditam, outras duvidam, outras a abandonam e umas se enlouquecem com ela”. Entender o Reino era para ser simples, mas acabou se tornando muito complicado. Assim por todo o livro de S. Mateus Jesus decide explicar pausadamente o Reino para que ninguém, anos mais tarde, fizesse o que acabaram por fazer.
Por isso te convido a continuar a peregrinar pelas histórias, essa foi a “Abre-alas” as outras começaram a explicar o que Deus queria no fato de enviar o filho dele para a terra. Encontramos-nos no sofá mais tarde e viajaremos por essas linhas tentando encontrar a essência não alterada das verdadeiras palavras do Mestre que há anos visitou a terra.
Até breve.
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
Meu sonho ontem...
Tive um sonho curioso essa noite. Sonhei que estava caminhando em plena W3 norte procurando uma livraria. Já era tarde da noite, por volta de 4 ou 5 da madrugada, mas as ruas estavam cheias de pessoas andando tranquilamente. Percebi que não tinha bares, gritarias, bebedices, tudo tinha sido fechado por conta da Reforma Legislativa. Acionamos nas urnas a presença de um presidente evangélico e a bancada evangélica sendo maioria, conseguimos mudar algumas coisas. No meu sonho eu entrava na livraria, que era tão grande quanto se pode imaginar em um sonho, caminhei até a sessão que queria e passei a procurar o livro. O achei prontamente, pois livros religiosos estavam nas prateleiras do meio, onde antigamente se ocupava os livros de bruxaria ou espiritismo. Esses haviam tido suas tiragens canceladas e os já publicados estavam confiscado para análise de conteúdo pelo Conselho de Ética Cristã Nacional. Fui para o balcão e recebi um sorriso forçado da garota, que costumava usar o uniforme menor para ressaltar-lhe a silhueta, era de se imaginar o porquê, afinal as roupas largas que usava eram no mínimo GG. Como a fila era grande e sem paciência cheguei à sua frente perguntei-lhe porque atendia só. De pronto ela me explicou que o rapaz homossexual que trabalha com ela, por ter se recusado participar de uma atividade religiosa que iria expulsar seu mal, tinha entrado em “Observação Psicológica Obrigatória” já que foi constado no Brasil o apoio irrevogável à família heterossexual e legitimando os gays como transtornados espirituais ou psicológicos. Confesso que saí perturbado da livraria. Com o livro em mãos fui para casa. Cheguei e sentei em uma poltrona, que por ser meu sonho era muito confortável, e abri o livro para ler, “A História da Igreja Cristã pelos Séculos”, ao rever o conteúdo do livro me senti amedrontado ao ver que na Idade Média a igreja conseguiu reorganizar o estado, mas por fim acabaram por matando inúmeras pessoas. Assustei-me por ter a impressão de estar no reinício dessa história e fui ouvir uma música no rádio. Fiquei por horas procurando uma estação já que várias concessões tinham sido retiradas. Já frustrado pela procurada comecei a ressonar e mover o botão lentamente, como um susto o grito de um pastor neopentencostal numa rádio me fez acordar. Dando um salto na cama acordei do sonho e agradeci a Deus por preservar o cristianismo distante desses religiosos. Mas, confesso que agora quando cheguei no trabalho e vi os twitters de um certo pastor e outros apoiando senti a estranha sensação de um Déjà Vu daquele sonho.
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terça-feira, 29 de março de 2011
Série Quem é Você? #5
Jesus era um homem muito diversificado. Todos que comentam sobre ele revelam uma faceta nova e uma observação diferente da sua personalidade. Não por motivo que era uma pessoa de diversas personalidades, ao contrário era um indivíduo de diversos talentos. Por isso, cada característica de sua vida impressionava mais tal pessoa do que outra, assim sendo, um gigantesco mosaico falando dele foi construído.
Dentre as diversas características, hoje, começaremos a (na métrica permitida a um post) destrinchar uma em especial. Sua arte de fazer alegorias e contar histórias.
O CONTADOR DE HISTÓRIAS
Jesus sempre que começa a ensinar, demonstrar alguma verdade, ilustrar um acontecimento etc, tomava as histórias como melhor ferramenta para fazê-lo. Todavia, não gostava das histórias por serem mais fácil das pessoas entenderem, até porque algumas delas se metaforizavam de tal forma que até aqueles que durante três anos estavam acostumados a ouvir seus discursos não as entendiam. Porém, isso é assunto para uma outra oportunidade…
Suas histórias são contadas pelos livros e, como o livro de S. Mateus é o primeiro do Novo Testamento começaremos a examinar as histórias dele. A primeira a ser encontrada está no capítulo sete nos versos vinte e quatro até o vinte e sete. Acompanhe o texto tal como lá está (Versão Católica):
Uma personagem, uma casa. Outra Personagem, outra casa. A mesma situação climática.
No contexto Jesus havia falado durante um longo período para aquela multidão. E eram uma platéia muito diversificada, havia jovens e idosos, crianças e mulheres, ricos e pobres, cultos e não-estudados, trabalhadores e soldados. Em especial essa multidão foi a que ouvia o famoso (como alguns gostam de rotular) “Sermão da Montanha”. O Mestre conhecia seus ouvintes, sabia que havia ensinado coisas muito sérias e que não deveriam ser esquecidas.
A história que ele utiliza nessa ocasião é ressaltando com clareza uma ação que todos, indepente de quem fosse, entenderia. Todos já haviam visto construções, casas prontas. Todos já haviam experimentado grandes chuvas e período intenso de calor. Imagino o Mestre construindo em sua mente a alegoria perfeita.
Aquele que ouve e prática é semelhante a um homem que decentemente constrói sua casa. Aquele que simplesmente ouve da boca para fora é igual a alguém que edificou a casa sobre a areia.
Quantas vezes ouvimos palestras, aulas, discursos, oficinas, seminários, conversa do dia a dia e, não conseguimos manter nossa mente focada. Grande parte do que ouvimos diariamente é esquecido, grandes ensinamentos são perdidos constantemente. Muitas pessoas dizem “não preciso de tal matéria” e no passar dos anos se descobre em um momento em que o ensinamento antes desprezado seria incrivelmente útil. Assim somos, temos nossa mente vagando sempre.
As situações da vida, boas e más, ocorrem para todos. Mas o início de tudo é ouvir, entender e práticar. Jesus tinha começado sua pregação, as multidões o ouviam a pouquissímo tempo. Uma coisa ele já sabia, muitos desprezariam e esqueceriam aquilo que haviam ouvido. Para o bem delas, quando o tempo díficil da vida chegasse (as tempestades na história) era importante que elas se lembrasse da imensidão do amor do Messias.
Incrivelmente as histórias que ele contou a partir dessa se interligam e mesmo contadas para pessoas diferentes, em lugares e tempos diferentes todas as histórias contam uma história maior. Te convido a montar esse caminho deixado através de alegorias junto comigo. O ínicio da jornada sobre as histórias que montam uma história maior começa com:
Escute e edifique sua vida com base no ensino que tem ouvido.
Como farei isso? Porque eu farei isso? Isso se responderá nas próximas duas histórias… Por hoje, boa noite!
Gostou dá um like, comente abaixo ou no email: fiodarabiola@gmail.com
Dentre as diversas características, hoje, começaremos a (na métrica permitida a um post) destrinchar uma em especial. Sua arte de fazer alegorias e contar histórias.
O CONTADOR DE HISTÓRIAS
Jesus sempre que começa a ensinar, demonstrar alguma verdade, ilustrar um acontecimento etc, tomava as histórias como melhor ferramenta para fazê-lo. Todavia, não gostava das histórias por serem mais fácil das pessoas entenderem, até porque algumas delas se metaforizavam de tal forma que até aqueles que durante três anos estavam acostumados a ouvir seus discursos não as entendiam. Porém, isso é assunto para uma outra oportunidade…
Suas histórias são contadas pelos livros e, como o livro de S. Mateus é o primeiro do Novo Testamento começaremos a examinar as histórias dele. A primeira a ser encontrada está no capítulo sete nos versos vinte e quatro até o vinte e sete. Acompanhe o texto tal como lá está (Versão Católica):
Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática é semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha.
Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela, porém, não caiu, porque estava edificada na rocha.
Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é semelhante a um homem insensato, que construiu sua casa na areia.
Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela caiu e grande foi a sua ruína.
Quando Jesus terminou o discurso, a multidão ficou impressionada com a sua doutrina.
Com efeito, ele a ensinava como quem tinha autoridade e não como os seus escribas.
Uma personagem, uma casa. Outra Personagem, outra casa. A mesma situação climática.
No contexto Jesus havia falado durante um longo período para aquela multidão. E eram uma platéia muito diversificada, havia jovens e idosos, crianças e mulheres, ricos e pobres, cultos e não-estudados, trabalhadores e soldados. Em especial essa multidão foi a que ouvia o famoso (como alguns gostam de rotular) “Sermão da Montanha”. O Mestre conhecia seus ouvintes, sabia que havia ensinado coisas muito sérias e que não deveriam ser esquecidas.
A história que ele utiliza nessa ocasião é ressaltando com clareza uma ação que todos, indepente de quem fosse, entenderia. Todos já haviam visto construções, casas prontas. Todos já haviam experimentado grandes chuvas e período intenso de calor. Imagino o Mestre construindo em sua mente a alegoria perfeita.
Aquele que ouve e prática é semelhante a um homem que decentemente constrói sua casa. Aquele que simplesmente ouve da boca para fora é igual a alguém que edificou a casa sobre a areia.
Quantas vezes ouvimos palestras, aulas, discursos, oficinas, seminários, conversa do dia a dia e, não conseguimos manter nossa mente focada. Grande parte do que ouvimos diariamente é esquecido, grandes ensinamentos são perdidos constantemente. Muitas pessoas dizem “não preciso de tal matéria” e no passar dos anos se descobre em um momento em que o ensinamento antes desprezado seria incrivelmente útil. Assim somos, temos nossa mente vagando sempre.
As situações da vida, boas e más, ocorrem para todos. Mas o início de tudo é ouvir, entender e práticar. Jesus tinha começado sua pregação, as multidões o ouviam a pouquissímo tempo. Uma coisa ele já sabia, muitos desprezariam e esqueceriam aquilo que haviam ouvido. Para o bem delas, quando o tempo díficil da vida chegasse (as tempestades na história) era importante que elas se lembrasse da imensidão do amor do Messias.
Incrivelmente as histórias que ele contou a partir dessa se interligam e mesmo contadas para pessoas diferentes, em lugares e tempos diferentes todas as histórias contam uma história maior. Te convido a montar esse caminho deixado através de alegorias junto comigo. O ínicio da jornada sobre as histórias que montam uma história maior começa com:
Escute e edifique sua vida com base no ensino que tem ouvido.
Como farei isso? Porque eu farei isso? Isso se responderá nas próximas duas histórias… Por hoje, boa noite!
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quarta-feira, 23 de março de 2011
O Sentimento
O sentimento cresce a cada dia como se fosse um balão a se encher
Muito provavelmente nada mais resta ao sentimento do que estourar quando for completamente cheio
Ao estouro lhe é reservado o susto que impulsiona os sentidos e desperta a atenção do sujeito
Aos sentidos do sujeito a observação se torna racional e dinâmica
O racional tão desperto toma nota de tudo até ver que o susto ocasionado é substituído pela calmaria
Uma nova calmaria descansa a pessoa e a faz voltar ao ritmo normal das coisas
Tudo então se torna tão absorto que novamente lhe cabe o despertar dos sentimentos
Uma vez o ciclo renovado o vício de sentir se acaba em uma metáfora, em uma hipérbole ou qualquer outra figura de linguagem, que sempre será interpretada, mas nunca entendida a não ser pelo próprio escritor que quis passar o tudo usando o nada.
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terça-feira, 22 de março de 2011
Quem é você? #4
“[...]desse trauma de ser Cristo Vira o disco, chega deixa disso,chega.”
Esse título é trecho de uma música da Zélia Duncan chamada “Deixa Disso”. Incrivel música e linda letra. Interessante perceber que a frase citada é quase um ideal de algumas pessoas. O que me deixa incrivelmente preocupado. Se notarmos, algumas dessas ilusões são amplamente propagadas e acabam por convencer as pessoas fortemente. Forçando-as a viverem uma vida dura e díficil em busca da perfeição de Cristo. Será que é dessa forma, ou essa intenção do Messias?
QUEM É VOCÊ? #4
Esse é o versículo utilizado com o argumento “você precisa carregar sua cruz!”. O que é essa cruz? Muitos interpretam como seus pecados, vícios, destino, chamado, algo que lhe incomoda, uma pessoa que você tem que aturar etc. Acho interessante que as pessoas esquecem o que é a cruz. Uma punição, pena de morte, uma sentença de execução. Ou seja, antigamente quando a pessoa carregava a cruz, a carregava para o local onde seria CRUCIFICADO. Obviamente ela estava carregando sua própria sentença de morte. Para a morte.
Se precisamos carregar nossa cruz e ela é toda sorte de mazelas que acreditamos ser, claro que estamos falando que morreremos nelas. Que coisa horrenda! Imagina você ter algo tão odioso em sua vida, repugnante ou enfadonho, e você precisar carregar isso enquanto estiver aqui e sua morte será dada em conta disso. Isso é desesperador. E o Cristo nos mandou carregar a cruz para isso? Cadê aquele discurso de paz e salvação?
Pare um momento. Aprenda a não ler versículos isolados. O contexto se segue com o seguinte resumo: Jesus multiplica os pães para uma multidão de pessoas, depois desse milagre vem um grupo de incrédulos pedindo um sinal de que ele era o Messias, mas Jesus acabou de fazer um sinal gigantesco, isso então termina em um diálogo tenso. Depois Cristo indo com os discípulos lhes avisa para ter cuidado com o “fermento” dos fariseus, lógico fazendo menção ao discurso incrédulo que incita a discórdia. Eles não entenderam e começaram a falar “abobrinhas”. Jesus para e explica. E percebe então que provavelmente aqueles homens também não deveriam acreditar assim nele. Surge a pergunta “Quem vocês acham que eu sou?”. Pedro tomando a frente responde que ele era o Messias, filho de Deus. O Mestre sente-se então na liberdade de contar como seria sua morte, o mesmo Pedro toma a palavra de novo e o repreende, Jesus toma a palavra corrigindo Pedro e passa a falar o versículo que citamos acima, depois disso pede para que eles o sigam e toma rumo na viagem.
O que os discípulos não entenderam aquele dia, mesmo achando que sabiam o que Jesus estava tentando explicar, era a coisa mais lógica do mundo. “Carregar a cruz não significa morrer na cruz”.
No dia em que Jesus foi crucificado um exemplo disso aconteceu. Fizeram outra pessoa carregar a cruz de Jesus logo após ele. Ou seja, a cruz era punição da pessoa por algo. Se Jesus não havia feito nada de errado por que carregar a cruz. Então a exemplificação do que tentará ensinar aos discípulos a tempos atrás ali se estabelecia. Os homens deveriam sim carregar cada um sua própria cruz até o lugar de execução. Porém, ao chegar ali a cruz seria dada a Cristo e ele morreria nela. Só um pode morrer por nossas mazelas, que julgamos ser nossa cruz. E assim sendo nos libertar e nos dar paz na jornada. Esse trauma de ser Cristo, de querer ficar se remoendo por essas mazelas, autopenitentes, achar que vai pagar por elas aqui ou em outra vida, ficar pensando nisso, na memória e de querer salvar o mundo ou por seus atos salvar a si próprio. CHEGA DISSO.
Há somente um salvador, que já veio e já morreu na cruz. Entrega o que você chama de cruz para Cristo. “E quando ele nos fala para sermos como ele?”. Essa é a pergunta mais fácil de se responder, um dia ele disse “Amai-vos uns aos outros COMO EU vos amei.” Quer seguir a Cristo copie seu cárater e seu amor. Esse é o caminho para ele. Entregue suas mazelas para ele cuidar. E descubra a liberdade e a paz de viver sem elas e viver com o autor desse livramento. Seja livre, de verdade. Você consegue? Ele consegue te fazer assim. Tente!
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Esse título é trecho de uma música da Zélia Duncan chamada “Deixa Disso”. Incrivel música e linda letra. Interessante perceber que a frase citada é quase um ideal de algumas pessoas. O que me deixa incrivelmente preocupado. Se notarmos, algumas dessas ilusões são amplamente propagadas e acabam por convencer as pessoas fortemente. Forçando-as a viverem uma vida dura e díficil em busca da perfeição de Cristo. Será que é dessa forma, ou essa intenção do Messias?
QUEM É VOCÊ? #4
S. Mateus Capítulo 16
24 Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me;
25 Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.
Esse é o versículo utilizado com o argumento “você precisa carregar sua cruz!”. O que é essa cruz? Muitos interpretam como seus pecados, vícios, destino, chamado, algo que lhe incomoda, uma pessoa que você tem que aturar etc. Acho interessante que as pessoas esquecem o que é a cruz. Uma punição, pena de morte, uma sentença de execução. Ou seja, antigamente quando a pessoa carregava a cruz, a carregava para o local onde seria CRUCIFICADO. Obviamente ela estava carregando sua própria sentença de morte. Para a morte.
Se precisamos carregar nossa cruz e ela é toda sorte de mazelas que acreditamos ser, claro que estamos falando que morreremos nelas. Que coisa horrenda! Imagina você ter algo tão odioso em sua vida, repugnante ou enfadonho, e você precisar carregar isso enquanto estiver aqui e sua morte será dada em conta disso. Isso é desesperador. E o Cristo nos mandou carregar a cruz para isso? Cadê aquele discurso de paz e salvação?
Pare um momento. Aprenda a não ler versículos isolados. O contexto se segue com o seguinte resumo: Jesus multiplica os pães para uma multidão de pessoas, depois desse milagre vem um grupo de incrédulos pedindo um sinal de que ele era o Messias, mas Jesus acabou de fazer um sinal gigantesco, isso então termina em um diálogo tenso. Depois Cristo indo com os discípulos lhes avisa para ter cuidado com o “fermento” dos fariseus, lógico fazendo menção ao discurso incrédulo que incita a discórdia. Eles não entenderam e começaram a falar “abobrinhas”. Jesus para e explica. E percebe então que provavelmente aqueles homens também não deveriam acreditar assim nele. Surge a pergunta “Quem vocês acham que eu sou?”. Pedro tomando a frente responde que ele era o Messias, filho de Deus. O Mestre sente-se então na liberdade de contar como seria sua morte, o mesmo Pedro toma a palavra de novo e o repreende, Jesus toma a palavra corrigindo Pedro e passa a falar o versículo que citamos acima, depois disso pede para que eles o sigam e toma rumo na viagem.
O que os discípulos não entenderam aquele dia, mesmo achando que sabiam o que Jesus estava tentando explicar, era a coisa mais lógica do mundo. “Carregar a cruz não significa morrer na cruz”.
S. Marcos 15
21 – E constrangeram um certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz.
No dia em que Jesus foi crucificado um exemplo disso aconteceu. Fizeram outra pessoa carregar a cruz de Jesus logo após ele. Ou seja, a cruz era punição da pessoa por algo. Se Jesus não havia feito nada de errado por que carregar a cruz. Então a exemplificação do que tentará ensinar aos discípulos a tempos atrás ali se estabelecia. Os homens deveriam sim carregar cada um sua própria cruz até o lugar de execução. Porém, ao chegar ali a cruz seria dada a Cristo e ele morreria nela. Só um pode morrer por nossas mazelas, que julgamos ser nossa cruz. E assim sendo nos libertar e nos dar paz na jornada. Esse trauma de ser Cristo, de querer ficar se remoendo por essas mazelas, autopenitentes, achar que vai pagar por elas aqui ou em outra vida, ficar pensando nisso, na memória e de querer salvar o mundo ou por seus atos salvar a si próprio. CHEGA DISSO.
Há somente um salvador, que já veio e já morreu na cruz. Entrega o que você chama de cruz para Cristo. “E quando ele nos fala para sermos como ele?”. Essa é a pergunta mais fácil de se responder, um dia ele disse “Amai-vos uns aos outros COMO EU vos amei.” Quer seguir a Cristo copie seu cárater e seu amor. Esse é o caminho para ele. Entregue suas mazelas para ele cuidar. E descubra a liberdade e a paz de viver sem elas e viver com o autor desse livramento. Seja livre, de verdade. Você consegue? Ele consegue te fazer assim. Tente!
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